As Cores da Alma

 

 

 
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Uma jornada no templo da alma

Nova Iorque - Guggenheim

um convite

Por Luciana Pinheiro

Hilma era mansa, quieta e silenciosa/Eu sempre fui agitada, barulhenta e bagunceira/Ela veio de longe numa península polar, eu moro num país tropical/ Não  é incrível como a arte tem o poder de aproximar os corações mais avessos e distantes ?/Fomos abençoadas pelo Deus que trança o destino/Aquela força invisível capaz de nos conduzir, quando a razão embola tudo dizendo que não tem sentido/Assim como a ciência e a arte são filhas do mesmo Pai Criador/Nos reconhecemos e nos encontramos/E no meio do caminho, haviam cores.
Vem Hilma,
Traz suas cartas náuticas, de um oceano transcendente. 
Vem, que eu te ensino a sambar.

ciência e arte

No ano de 1944, guardados em um sótão nos arredores de Estocolmo (Suécia), encontravam-se catalogados 124 diários, mais de 1.200 pinturas e cerca de 26 mil páginas manuscritas e datilografadas. Tratava-se da obra até então desconhecida da pintora sueca Hilma af Klint, cuja vida está relatada pela primeira vez em Português no livro As Cores da Alma – A Vida de Hilma af Klint. Escrito pela terapeuta biográfica Luciana Ventre, o lançamento nacional do livro está previsto para Abril, com palestras de Luciana sobre sua biografada.

 

Hilma af

Klint

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"A vida é uma ilusão se a pessoa não servir a verdade."

— Hilma af Klint

Luciana Pinheiro

 
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As Cores da Alma 

"No Templo, o fio de Hilma vai desdobrando seus novelos e nos revelando suas mesclas pelos labirintos da alma humana. Ao nos posicionar diante das Dez Maiores, é preciso se aproximar de forma a se sentir dentro delas. Como portais, adentramos em cada época humana desde a concepção, passando pela inocente infância banhada de tons pastéis, até mergulharmos nos movimentos dramáticos da juventude, até que, maduros, colhemos os frutos para enfim repousarmos no tabuleiro sensato da velhice..."